domingo, 28 de dezembro de 2014

O cansaço existencial: por que tudo me cansa?

Por que as coisas nos cansam tanto? Será que estamos cansados de viver, ou talvez cansados até de nós mesmos? Que tipo de cansaçonos pesa mais: o físico, o psicológico, o espiritual?
Chama a atenção como os grandes santos dormiam pouco, comiam pouco, trabalhavam muitas horas e dedicavam um longo tempo à oração. E estavam sempre alegres, inclusive quando seu corpo parecia destruído. Ficavam esgotados, mas não cansados de doar-se a Deus e aos outros. Neles se cumpria a máxima de São João da Cruz: “A alma que anda no amor não cansa nem se cansa”.
Os grandes santos estavam enamorados de Cristo, Esposo e Senhor, e se deixavam amar por Ele. Em suas vidas, sempre houve sofrimento, contrariedades, desprezos, traições. Mas eles nunca perderam a alegria. Sim, enamorados de Cristo, entregaram-se completamente.
Então, por que hoje, na Igreja, há tantas pessoas cansadas? O que acontece?
São múltiplos e muito variados os motivos do cansaço. O cansaço físico contínuo, sem o apoio do Espírito Santo, causa desgaste psicológico. Daí se passa à falta de motivação para orar, para estar diante do Senhor, para deixar-se tocar pela Palavra. Apaga-se a vida espiritual, a relação com o Amado e, por conseguinte, chega a exaustão espiritual, a preguiça.
O cansaço psicológico pode vir pela desordem da vida, pela contínua mudança de horários, pela inconstância nas tarefas, pela bagunça ou falta de limpeza no quarto ou sala de trabalho, pela compensação na comida, pela falta de vontade em tudo.
Há cansaço pela forma de enfrentar os trabalhos, as contrariedades, os fracassos, os conflitos. Há cansaço quando o trabalho (escolar, manual, intelectual, familiar) é vivido com voluntarismo ou perfeccionismo; quando a pessoa estabelece metas acima das suas possibilidades, ou baseada na comparação ou inveja com relação aos resultados dos outros, ou com o desejo de superar todos. Isso esgota e causa insatisfação.
No cristão, o cansaço pode chegar quando não se confia no Senhor, quando não se coloca em suas mãos as próprias lutas, esperanças, problemas, fracassos, angústias; quando a pessoa se instala no ceticismo ou se apega a pequenas preocupações; quando se dá muita importância ao que é transitório, insignificante, efêmero.
O cansaço pode aparecer na vida do cristão também quando falta humildade para pedir ajuda diante das dificuldades ou problemas, e a pessoa quer resolver tudo sozinha, fechando-se cada vez mais em si mesma, contando somente com suas forças, o que leva a um fracasso maior ainda.
Como enfrentar o cansaço físico e psicológico, para manter o tônus espiritual?
“Vinde a mim todos os que estão cansados, e eu os aliviarei” (cf. Mt 11, 28). A vida não os pertence. Tudo é de Deus. Dele viemos e a Ele voltaremos. Enquanto caminhamos nesta terra, Jesus Cristo está sempre ao nosso lado, sustentando, motivando, iluminado nossa existência.
Ele conhece nossas alegrias e tristezas, nossas esperanças e angústias, nossas luzes e sombras, nosso combate interior. O que Ele deseja é que contemos com Ele, que estejamos sempre na sua presença, que Ele habite no mais íntimo da nossa interioridade.
Ser cristão não nos poupa de lágrimas, mas dá sentido aos nossos sofrimentos. Ser discípulos de Jesus aumenta o “peso” da vida – segundo os critérios do mundo. É verdade. Mas o próprio Jesus nos disse: “Tomai o meu jugo”. E acrescentou: “Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (cf. Mt 11, 30).
O jugo é suave porque é sua amizade incondicional; e o peso é leve porque Ele o carrega conosco. Carregamos um tesouro em vasos de barro, para que se veja que uma força tão extraordinária vem de Deus, não de nós.
Deus é fiel e não permitirá que sejamos tentados acima das nossas forças; pelo contrário, com a tentação, encontraremos também a maneira de poder suportá-la (cf. 1 Cor 10, 13).
Artigo de Miguel Ángel Arribas, publicado originalmente pelo Seminário Conciliar de Madri
Fonte: Aleteia

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Escolas Nacionais de Formação têm inscrições abertas

Estão abertas a partir dessa terça-feira (9), as inscrições para as Escolas Nacionais de Formação. Em 2015, em paralelo com a Escola Nacional de Formação para Líderes e Missionários, a RCCBRASIL também promoverá a Escola Nacional de Dança e Teatro e a Escola Nacional de Comunicação (ENACOM).
Os três eventos acontecerão na Casa de Retiros Coração de Jesus, em São José dos Campos/SP, no mês de janeiro, precedendo o Encontro Nacional de Formação (ENF). Nesta edição, a Escola Nacional de Formação para Líderes e Missionários será realizada de 10 a 20 de janeiro. Os conteúdos abordados trazem uma reflexão mais aprofundada com elementos que contemplam fundamentos teológico-pastorais. Trata-se de uma resposta ao apelo da Igreja em relação a uma Nova Evangelização e um Novo Pentecostes, como nos pede o Documento de Aparecida.
A ENACOM, que chega a sua segunda edição, ocorrerá de 16 a 25 de janeiro, incluindo as aulas teóricas e as atividades práticas durante o ENF. O encontro oferece um estudo aprofundado sobre a comunicação e sua relação com a evangelização. Tudo isso, a partir de conteúdos técnicos, norteados pela espiritualidade carismática.
A novidade é a Escola Nacional de Dança e Teatro, que acontecerá de 16 a 20 de janeiro.  O evento é voltado para lideranças do Ministério de Música e Artes da RCC do Brasil. Coordenadores estaduais, assessores para artes e demais lideranças do Ministério em instâncias estaduais ou diocesanas são convidados a participar. O encontro trabalhará durante os cinco dias tanto questões de espiritualidade, quanto de técnica, além da missionariedade de cada servo.
Inscrições
Para a Escola de Líderes e Missionários, a inscrição é de R$700,00, valor que inclui hospedagem e alimentação durante todos os dias da escola, traslados em São José dos Campos e para Aparecida no dia 21 de janeiro, além da inscrição do ENF.
Para a ENACOM, o valor é de R$750,00, taxa que dá direito a hospedagem e alimentação durante todos os dias da escola e traslados em São José dos Campos e para Aparecida. Para a segunda etapa da escola, já em Aparecida, oferece a inscrição do ENF, hospedagem no alojamento da equipe de serviço e alimentação, durante todos os dias do evento.
Para participar da Escola de Dança e Teatro, o valor da inscrição é de R$450,00, incluindo hospedagem e alimentação durante todos os dias da escola, traslados em São José dos Campos e para Aparecida no dia 21 de janeiro, além da inscrição do ENF.
O pagamento será feito por meio do sistema PagSeguro. O participante poderá pagar via boleto ou cartão de crédito. O valor de inscrição pode ser dividido em até 18 vezes.
Em caso de dúvidas, entre em contato com o Escritório Estadual Administrativo da RCCBRASIL, pelo telefone (12) 3151-4155 ou pelo e-mail  eventos@rccbrasil.org.br.

ENF 2015: término do segundo prazo de inscrições nesta segunda-feira

Nesta segunda- feira (15), encerra o segundo prazo de inscrições promocionais do Encontro Nacional de Formação 2015. O evento acontece nos dias 21 a 25 de janeiro na cidade de Aparecida/SP, no centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, reunindo membros da RCC de diversas partes do Brasil.
As inscrições são realizadas online, no hotsite oficial do evento, nesta etapa com o valor de R$95,00. Sendo que, para que esse valor seja efetivado na sua inscrição, é preciso que o cadastro seja feito e o boleto gerado até as 23h59 do dia 15/12. Após este horário, os valores são ajustados para o terceiro prazo de inscrições.
Crianças até 12 anos não pagam inscrição. Porém, como o ENF é um momento importante de formação, a estrutura não oferece espaço para evangelização das crianças. Os membros do Ministério para as Crianças estarão participando do encontro.
O ENF 2015 conta com a ajuda do SAVIC – Sistema de Apoio à Vida Carismática, que irá registrar seus dados no banco de dados facilitando, assim, a sua inscrição para os próximos encontros. Para sua segurança e para que haja um cadastro único, é preciso informar seu CPF. O SAVIC é um sistema seguro e todos os seus dados estarão em total sigilo.
Caso possua alguma dúvida ou dificuldade para com a inscrição, entre em contato com o Escritório Nacional que possui uma equipe preparada para te ajudar, através do telefone (12) 3151-4155 ou pelo e-mail: eventos@rccbrasil.org.br.
O Encontro
O Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministério (ENF) marca o início das atividades da RCC do Brasil no ano de 2015 e terá como tema "Se vivemos pelo Espírito, andemos de acordo com o Espírito" (GL 5,25) – Inflamando a chama rumo ao Jubileu de Ouro da RCC.
Nesta edição, além das formações ministradas para todos os participantes, os workshops terão maior tempo para serem trabalhados os assuntos específicos de cada Ministério. O ENF também proporciona momentos de partilha e crescimento pela convivência com pessoas de várias regiões do país. Este encontro é um ótimo momento para crescer e compartilhar experiências e celebrar Pentecostes com toda a RCC do Brasil.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Papa: “Jejum também é saber acariciar”

“Eu me envergonho da carne do meu irmão, da minha irmã?”: esta é uma das perguntas feitas pelo Papa Francisco na missa celebrada esta manhã na Casa Santa Marta.
O Cristianismo, disse ele, não é uma regra sem alma, um prontuário de regras formais para pessoas que usam a máscara da hipocrisia para esconder um coração vazio de caridade. O Cristianismo é a própria “carne” de Cristo, que se curva sem se envergonhar sobre quem sofre. Para explicar esta contraposição, o Papa Francisco comentou o Evangelho do dia, o diálogo entre Jesus e os doutores da lei, os quais criticam os discípulos pelo fato de não respeitarem o jejum. A questão, afirmou o Papa, é que os doutores da lei transformaram o cumprimento dos Mandamentos numa “formalidade”, esquecendo sua raiz, ou seja, “de que é uma história de salvação, de eleição e de aliança”:
Receber do Senhor o amor de um Pai, receber do Senhor a identidade de um povo e depois transformá-la numa ética, é rejeitar aquele dom de amor. Essas pessoas hipócritas são pessoas boas, fazem tudo o que deve ser feito. Parecem boas! São eticistas, mas eticistas sem bondade, porque perderam seu sentido de pertença a um povo! O Senhor dá a salvação dentro de um povo, na pertença a um povo.
Na Primeira leitura, notou o Pontífice, já o Profeta Isaias descreve com clareza qual era o jejum segundo a visão de Deus: “Romper os grilhões da iniquidade”, “pôr em liberdade os oprimidos”, mas também “repartir o pão com o faminto, recolher em casa os pobres desabrigados”, “vestir quem está nu”.
Este é o jejum que o Senhor quer! Jejum que se preocupa com a vida do irmão, que não sente vergonha – diz o próprio Isaias – da carne do irmão. A nossa perfeição, a nossa santidade vai avante com o nosso povo, no qual nós somos eleitos e inseridos. O nosso maior ato de santidade está justamente na carne do irmão e na carne de Jesus Cristo. O ato de santidade de hoje, nosso, aqui, no altar, não é um jejum hipócrita: não é nos envergonhar da carne de Cristo que vem aqui hoje! É o mistério do Corpo e do Sangue de Cristo. É dividir o pão com o faminto, cuidar dos doentes, dos idosos, daqueles que não podem dar nada em troca: isso é não sentir vergonha da carne!
Isso significa que o “jejum mais difícil”, afirmou ainda o Papa, é “o jejum da bondade”. É o jejum do qual é capaz o Bom Samaritano, que se curva sobre o homem ferido, e não o do sacerdote, que vê o necessitado mas segue avante, talvez com medo de se contaminar. E concluiu: “esta é a proposta da Igreja hoje: eu me envergonho da carne do meu irmão, da minha irmã?”:
Quando dou esmola, deixo cair a moeda sem tocar sua mão? E se por acaso a toco, faço assim, logo? (o Papa faz o gesto de limpar a mão na veste). Quando dou esmola, olho nos olhos do meu irmão, da minha irmã? Quando sei que alguém está doente, vou visitá-lo? O saúdo com ternura? Há um sinal que talvez nos ajudará, é uma pergunta: sei acariciar os doentes, os idosos, as crianças, ou perdi o sentido do carinho? Esses hipócritas não sabiam acariciar! Tinham esquecido… Não ter vergonha da carne do nosso irmão: é a nossa carne! Seremos julgados pelo modo como tratamos este irmão, esta irmã.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Beata Elena Guerra: “Apóstola do Espírito Santo”

Elena Guerra nasceu em Lucca (Itália), no dia 23 de Junho de 1835. Viveu e cresceu em um clima familiar profundamente religioso. Durante uma longa enfermidade, se dedica à meditação da Palavra de Deus e ao estudo dos Padres da Igreja, o que determina seu orientamento da vida interior e de seu apostolado; primeiro na Associação das Amigas Espirituais, idealizada por ela mesma para promover entre as jovens a amizade em seu sentido cristão, e depois nas Filhas de Maria.
         Em Abril de 1870, Elena participa de uma peregrinação pascal em Roma juntamente com seu pai, Antônio. Entre outros momentos marcantes, a visita às Catacumbas dos Mártires confirmam nela o desejo pela vida consagrada. Em 24 de Abril, assiste na Basílica de São Pedro a terceira sessão conciliar do Vaticano I, na qual vinha aprovada a Constituição “Dei Filius” sobre a Fé. A visita ao Papa Pio IX a comove de tal maneira que depois de algumas semanas, já em Lucca, no dia 23 de Junho, faz a oferta de toda a sua vida pelo Papa.
         No ano de 1871, depois de uma grande noite escura, seguida de graças místicas particulares, Elena com um grupo de Amigas Espirituais e Filhas de Maria, dá início a uma nova experiência de vida religiosa comunitária, que em 1882 culminará na fundação da Congregação das Irmãs de Santa Zita, dedicada a educação cultural e religiosa da juventude. É neste período que Santa Gemma Galgani se tornará “sua aluna predileta”.
         Em 1886, Elena sente o primeiro apelo interior a trabalhar de alguma forma para divulgar a Devoção ao Espírito Santo na Igreja. Para isto, escreve secretamente muitas vezes ao Papa Leão XIII, exortando-o a convidar “os cristãos modernos” a redescobrirem a vida segundo o Espírito; e o Papa, amavelmente solicitado pela mística Luquese, dirige à toda Igreja alguns documentos, que são como uma introdução a vida segundo o Espírito e que podem ser considerados também como o início do “retorno ao Espírito Santo” dos tempos atuais: A breve “Provida Matris Charitate” de 1895; a Encíclica “Divinum Illud Munus” em 1897 e a carta aos bispos “Ad fovendum in christiano populo”, de 1902.
         Em Outubro de 1897, Elena é recebida em audiência por Leão XIII, que a encoraja a prosseguir o apostolado pela causa do Espírito Santo e autoriza também a sua Congregação a mudar de nome, para melhor qualificar o carisma próprio na Igreja: Oblatas do Espírito Santo.
         Para Elena, a exortação do Papa é uma ordem, e se dedica ainda com maior empenho à causa do Espírito Santo, aprofundando assim, para si e para os outros, o verdadeiro sentido do “retorno ao Espírito Santo”: Será este o mandato da sua Congregação ao mundo.
         Elena, em suas meditações com a Palavra de Deus, é profundamente impressionada e comovida por tudo o que acontece no Cenáculo histórico da Igreja Nascente: Ali, Jesus se oferece como vítima a Deus para a salvação dos homens; ali institui o Sacramento de Amor, a Eucaristia; ali, aparece aos seus discípulos depois da ressurreição e ali, enfim, manda de junto do Pai o Espírito Santo sobre a Igreja Nascente.
         A Igreja é descricao a realizar os Mistérios do Cenáculo, Mistérios permanentes, e, portanto, o Mistério Pascal: A Igreja é, por isto, prolongamento do Cenáculo, e, analogamente, é ela mesma como um Cenáculo Espiritual Permanente.
         É neste Cenáculo do Mistério Pascal, no qual o Senhor Ressuscitado reúne a comunidade sacerdotal real e profética, que também nós, e cada fiél em particular, fomos inseridos pelo Espírito mediante o Batismo e a Crisma, e capacitados a participar da Eucaristia, que é uma assembléia de confirmados, e, portanto, semelhante a primeira comunidade do Cenáculo depois da descida do Espírito Santo. É nesta prospectiva que Elena Guerra concebe e inicia o “Cenáculo Universal” como movimento de oração ao Espírito Santo.
         Elena morreu no dia 11 de Abril de 1914, sábado santo, com o grande desejo no coração de ver “os cristãos modernos” tomando consciência da presença e da ação do Espírito Santo em suas vidas, condição indispensável para um verdadeiro “renovamento da face da terra”.
         Elevada à honra dos altares em 26 de Abril de 1959, justamente o Papa a definiu “Apóstola do Espírito Santo dos tempos modernos”, assim como Santa Maria Madalena foi a apóstola da Ressurreição e Santa Maria Margarida Alacoque a apóstola do Sagrado Coração.
         O carisma profético de Elena é ainda atual, visto que a única necessidade da Igreja e do Mundo é a renovação contínua de um perene e “Novo Pentecostes” que por fim “renove a face da terra”.  (Elena Guerra) 
 
Para conhecer mais sobre a vida e obra de Elena Guerra recomendamos:
Escritos de Fogo!

 O mais novo Livro sobre a vida e a obra da Beata Elena Guerra. Ele contém a correspondência profética entre a Beata Elena Guerra e o Papa Leão XIII. Para adquirir este livro, envie e-mail para:

comercial@rccbrasil.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. "> comercial@rccbrasil.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Renovação Carismática Católica unida em Adoração

Durante o momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, no Encontro Nacional de Formação 2014, a presidente do Conselho Nacional, Katia Zavaris, foi inspirada por Deus a uma moção: toda a RCC deveria se unir em adoração.
“O Senhor me mostrou o seguinte direcionamento: RCCBRASIL unida em Adoração. Sendo assim, cada Grupo de Oração do Brasil deverá fazer uma hora de Adoração por semana. Como temos cerca de 20 mil Grupos, teremos 20 mil horas de Adoração por semana e 80 mil horas por mês”, declarou Katia no ENF.
Dentro das cinco práticas espirituais sugeridas como exercício constante para aumentar a intimidade com Deus, como o jejum, o rosário, a confissão, está a adoração.
O direcionamento para a Adoração, prioritariamente deve ser feito pelos núcleos dos Grupos de Oração. Caso os membros do núcleo não possam se reunir mais uma vez na semana para isso, a sugestão é que cada um faça sua hora de adoração, de acordo com sua disponibilidade. O momento pode ser realizado na própria paróquia ou capela, onde cada um participa e não é necessário que o Santíssimo esteja exposto. Se o núcleo decidir fazer a adoração com a exposição do Santíssimo, é importante que se tenha a permissão do pároco local.
Essa uma hora de adoração que cada núcleo é convidado a fazer, não precisa, necessariamente, de intenções específicas. “Vamos adorar, pois Ele é digno de toda adoração. Com essa prática, o Senhor deseja que cada um de nós diminua, para que Ele cresça”, finaliza Katia.
Leia como foi o momento de adoração durante o ENF 2014, aqui