quinta-feira, 14 de março de 2013

Carta da presidente da RCC sobre o novo Papa


Amados irmãos e irmãs da Renovação Carismática Católica do Brasil.  

“Graça, misericórdia e paz da parte de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor!”

Aqui no Brasil são 16h12m e este é um momento de profunda alegria e esperança em que nos unimos a toda a Igreja espalhada pelo mundo, para vivermos esta tão esperada notícia: “Habemus Papam” (Temos Papa). Não se trata de apenas mais uma notícia, mas sim de um fato que enche o nosso coração de certeza em Deus, de que a nossa Igreja é e será sempre a “barca” segura que leva o povo eleito ao encontro de Jesus Cristo Ressuscitado.

A boa nova, “Anuncio-vos uma grande alegria; temos um Papa”, ressoa em nossos corações como um chamado a nos fazermos um com o Papa Francisco na oração, no amor, na fidelidade, no respeito e na obediência aos seus direcionamentos. Somos agradecidos a Deus, que nos deu o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, como o sucessor de Pedro e Bispo de Roma, assumindo o governo da Igreja Católica Apostólica Romana no mundo. A RCC do Brasil aclama o Santo Padre Francisco e ora para que a sua missão seja dirigida pelo próprio Deus, e se compromete na obediência irrestrita.

Como Igreja e como Presidente da RCC do Brasil, preciso compartilhar com vocês o sentimento de esperança que esta escolha me traz. “E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5). Acredito firmemente que o Senhor nos concedeu o Pontífice que o mundo precisa. Pela ação do Divino Espírito Santo deu-nos o pastor que vai realizar a sua árdua, porém gratificante missão, com o coração generoso, confiante na Graça de Deus e na intercessão de toda a Igreja.
Nesses últimos dias oramos ao Senhor e lhe pedimos ‘o Papa’. Pedimos-Lhe o Papa da unidade, da comunhão interna e externa da Igreja. Rogamos pelo Papa consciente dos desafios da Igreja deste Milênio, mas, principalmente, sintonizado no querer de Deus; humilde, simples e, ao mesmo tempo, corajoso e pronto para defender a Igreja dos ataques dos inimigos, que se revelam hoje de tantas formas e sob tantas facetas! Sim, o Papa que seja também o ‘pai’, capaz de abraçar e acolher tanto os que estão dentro da Igreja como àqueles que se afastaram, festejando a sua volta (Lc 15,22-23). Rezamos por um Papa que refletisse para cada católico o ‘rosto’ amoroso de Deus, nosso Pai, e que tantas vezes contemplamos em Seu Filho Jesus, nos santos que ofereceram sua vida a Deus, e nos próprios rostos do Beato João Paulo II e do Papa Emérito Bento XVI.

Mas não podemos parar por aqui! Se desejarmos encontrar todas essas virtudes no Papa Francisco, nós também devemos empreender o caminho da busca da virtude, seja na via da oração, do jejum, do serviço comprometido, da própria doação àqueles que o Senhor colocou sob o nosso pastoreio, como Movimento Eclesial, porque Ele ensinou: “Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles” (Mt 7,12).

Neste Pontificado do Papa Francisco desejo muito contar com vocês, para espalharmos este modo de viver, a nossa tão sonhada Cultura de Pentecostes, unindo-nos a ele, aos cardeais, aos bispos, ao clero e a todos os leigos engajados nesta missão de tornar Jesus mais visível. 

Neste mundo globalizado e de escassos valores espirituais, o Santo Padre Francisco é chamado a conduzir a “barca” da Igreja para mares em que possa continuar a obra de amor de Jesus, em nível universal, se esforçando para fazer crescer a justiça e a paz.

A Igreja vive hoje o tempo em que Deus, em Seu Filho Jesus, realiza a Sua suprema vontade, através de homens que Ele mesmo escolheu e enviou para a sucessão apostólica. Tempo de ficar firme na fé, na certeza de que a Igreja não é governada pela vontade humana, mas por Jesus Cristo, o Supremo Pastor! E, enquanto esses escolhidos se empenham na missão, vão se purificando, conforme o mandato do Senhor: “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1,15).

Que este seja um tempo propício para escutar mais uns aos outros, perceber as necessidades do mundo e da própria Igreja, com todos os seus dons e carismas! Tempo de acolher, principalmente, a Palavra de Deus que cresceu em nós, e a Jesus Cristo que vive em nosso meio!

Sim, acabamos de conhecer o nosso Papa! O servo humilde de Cristo, alegre e carismático, que, antes de abençoar o povo em nome de Deus, pede que o povo o abençoe! Este é o Papa Francisco, a quem já começamos a amar, e que queremos sustentar no Ministério Petrino com a nossa intercessão!

Que Maria Santíssima, Mãe da Igreja e nossa, esteja sempre diante de Jesus, intercedendo pelo seu Pontificado! “O Deus da esperança vos encha de toda a alegria e de toda a paz na vossa fé, para que pela virtude do Espírito Santo transbordeis de esperança!” (Rm 15,13).

 

Katia Roldi Zavaris

Presidente do
Conselho Nacional da RCCBRASIL


sexta-feira, 8 de março de 2013

Os mártires da fé!


Na história do cristianismo, incontáveis homens e mulheres escolheram entregar suas vidas a renegarem sua fé. O modelo dos mártires confirma a Igreja de todas as épocas e nos ensina que escolher por Jesus não é optar pelo caminho mais fácil, mas pelo caminho certo, independente do contexto histórico em que vivemos.


Por Fernando dos Santos Gomes
Coordenador Nacional do Ministério Jovem
Grupo de Oração Javé Chamma


O cristão tem o dever de dar testemunho da verdade do Evangelho. O mundo de hoje perdeu a referência da verdade. Nossa sociedade está sendo tomada pela “ditadura do relativismo” que não acredita na existência de verdades absolutas e imutáveis, mas de verdades de acordo com a conveniência, a preferência pessoal e os modismos passageiros. Entretanto, o cristão sabe em quem colocou a sua confiança. Sabe que a Verdade existe e tem um nome, ela não é uma doutrina ou um sistema filosófico, mas uma Pessoa: Jesus Cristo!

Portanto, dar testemunho da verdade é ter Cristo como critério e ponto de referência para tudo. Assim, o cristão, “não pode se envergonhar de dar testemunho do Senhor” (2 Tm 1,8). O cristão autêntico deve exclamar como o Apóstolo Paulo: “Eu não me envergonho do evangelho, porque ele é poder de Deus para a salvação de todo o que crê” (Rm 1, 16). Na verdade, as palavras de Jesus aos discípulos da primeira hora continuam valendo para nós, hoje: “Se alguém se envergonhar de mim e de minhas palavras, diante desta geração adúltera e pecadora, o Filho do homem se envergonhará dele quando vier com a glória de seu Pai e acompanhado dos seus anjos” (Mc 8, 38).

Nesse sentido, merece especial atenção o exemplo dos mártires. Quem eram eles senão pessoas que foram até o sangue, até a doação da própria vida para testemunharem a sua fé em Cristo? A palavra mártir vem do grego mártys, mártyros, que significa testemunha. O mártir é uma testemunha qualificada que chega ao derramamento do próprio sangue. De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, n. 2473, “o martírio é o supremo testemunho prestado à verdade da fé; designa um testemunho que vai até a morte”. Na verdade, desde o início da Igreja, muitos cristãos tiveram que testemunhar a sua fé ao preço do próprio sangue, pois havia forças hostis ao cristianismo, que se expressavam de forma radical no governo e na cultura. Lembremos aqui o testemunho comovente de Santo Estevão, Santo Inácio de Antioquia, São Policarpo, Santas Perpétua e Felicidade e tantos outros. O Cristianismo venceu o Império Romano somente depois que milhares de mártires derramaram o seu sangue como tributo da implantação do Evangelho na Roma pagã. Em todos os lugares em que o Evangelho entrou e a Igreja floresceu, o sangue dos mártires foi derramado, como semente lançada na terra nova. Bem dizia Tertuliano, já no século III d.C.: “o sangue dos mártires é semente de novos cristãos”. Isso podemos constatar em todos os mais de vinte séculos da vida da Igreja.

Em nosso tempo, o martírio também é necessário. Um texto da Constituição Dogmática Lumen Gentium n.42 diz que todos “devem estar prontos a confessar Cristo perante os homens, segui-lo no caminho da cruz entre perseguições, que nunca faltam à Igreja”. O martírio dos cristãos não é um fenômeno do passado, como na época do Império romano. Pelo contrário, do ponto de vista histórico: a época dos mártires é a nossa! Segundo um estudo estatístico do maior especialista de estatística religiosa moderna, David Barret, os mártires cristãos, desde a morte de Jesus até nossos dias, têm sido uns 70 milhões, mas, desses, 45 milhões (mais da metade) se concentram no século XX e no que já se passou do século XXI”. A cada cinco minutos, um cristão é assassinado por razão da sua fé. A cada ano, 105 mil cristãos no mundo são condenados ao martírio: um verdadeiro holocausto, do qual se fala muito pouco. O Beato João Paulo II já nos convidava a “refletir sempre sobre o fato de que o século dos mártires foi o século XX e que este século de martírio, que claramente teve alguns picos nos horrores do comunismo e do nacional-socialismo, continua, no entanto, no século XXI”.

Certamente, em relação à discriminação anticristã, algumas situações provocam mais preocupação: o ultrafundamentalismo islâmico; os países ainda influenciados pela ideologia comunista; os nacionalismos de fundo religioso em áreas como a África e a Ásia, nas quais os cristãos são considerados um corpo estranho e traidores da cultura local; e uma última que ocorre entre nós, no Ocidente, uma sutil, às vezes nem sequer tão sutil, intenção de discriminar, de marginalizar, de exilar até o limite o cristianismo, de negar a identidade cristã e as raízes cristãs, de agredir de muitas formas a Igreja e o Santo Padre. Esta última ação, muito influenciada inclusive por uma mentalidade marxista e ateísta, que despreza a religião, sobretudo a cristã.

Assim, não há dúvida de que ser autenticamente cristão no mundo de hoje é um ato de valentia. Muitos de nós talvez não chegaremos a derramar o nosso sangue, porque isso é um dom concedido a alguns, mas todos deverão passar ao menos pelo “martírio branco”, que implica acolher as consequências do real seguimento de Jesus, no qual para sermos coerentes e testemunhar a verdade do Evangelho deveremos pagar o preço de sermos incompreendidos, caluniados, julgamos, pressionados de todos os lados e, muitas vezes, desprezados. É assim que participaremos da felicidade dos discípulos de Cristo: "Bem-aventurados vós quando vos insultarem e perseguirem e, mentindo, disserem contra vós toda sorte de males por minha causa, alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa no céu" (Mt 5,11-12).

Essa palavra de bem-aventurança se encaixará perfeitamente na vida daqueles que, por causa da fé em Cristo, forem contra a lógica do mundo e assim: guardarem sua pureza, forem fiéis ao matrimônio, se colocarem ao lado dos menos favorecidos, obedecerem mais a Deus do que ao Estado, quando as leis deste último forem contrárias à fé, anunciarem a Boa Notícia e denunciarem os abusos e desvios da sociedade, enfim, todos pastores que seguirem o modelo do Bom Pastor e todos os fiéis que protegerem a vida desde sua concepção até a sua morte natural, a dignidade humana, e amarem e defenderem a Igreja e a fé, lutando pela verdade, a justiça e a paz.

Sofrer por sofrer não tem sentido, sofrer por nossas próprias incoerências é pouco inteligente. Nós, cristãos, temos uma causa que vale a pena pagar qualquer preço: a fé em Cristo. “Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo, para que vos possais alegrar e exultar no dia em que for manifestada a sua glória. Se fordes ultrajados pelo nome de Cristo, bem-aventurados sois vós, porque o Espírito da glória, o Espírito de Deus repousa sobre vós. Que ninguém de vós sofra como homicida, ladrão, ou difamador, ou cobiçador do alheio. Se, porém, padecer como cristão, não se envergonhe pelo contrário, glorifique a Deus por ter este nome” (1 Pd 4,12-16).

Os mártires da fé, de ontem e de hoje, são aqueles que entenderam que “quem ama a sua vida a perde e quem a odeia neste mundo a conservará para a vida eterna” (Jo 12,25). O mundo contemporâneo rejeita e despreza essas palavras de Cristo, fazendo do amor por si mesmo o critério supremo da existência. Mas as testemunhas da fé nos falam com seu exemplo que não consideraram o próprio bem-estar, a própria sobrevivência como valores maiores que a fidelidade ao Evangelho. E, na sua fraqueza, deixam manifestar a força de Deus, se opondo com extrema resistência ao mal. Na sua fragilidade, é refletida a força da fé e da graça do Senhor. Pois o cristão sabe que ao se decidir por seguir a Cristo não optou por um caminho fácil, mas pelo caminho certo. Ele tem consciência de que no mundo teremos aflições de todos os tipos, “mas coragem porque – diz Cristo – eu venci o mundo!”(Jo 16, 31). Somos chamados a trilhar esse mesmo caminho. Pois os mártires da fé são os verdadeiros campeões, são aqueles que chegaram ao pódio, levantaram a palma da vitória e alcançaram a coroa incorruptível, e experimentaram em suas próprias vidas que a “vitória que vence o mundo é a nossa fé! (cf. I Jo 5, 4).

fonte:http://rccbrasil.org.br/portal/

terça-feira, 5 de março de 2013

Definida a programação do E.E.F. 2013


ENCONTRO ESTADUAL DE FORMAÇÃO 2013

HORA
SEXTA-FEIRA

19h 00min
Recepção e Acolhimento

20h 00 min
MISSA DE ABERTURA

21h 30min
Encerramento do dia

HORA
SÁBADO
Formador 
07h 30min
Terço

08h 00min
Animação/Oração

08h 45min
Ensino 1:  TRANSIÇÃO
Taciano
09h45mim
Comunicação de palco

10h00mim
Intervalo

10h 30min
Animação

10h 45min
Ensino 2: “ E ESTA É A VITÓRIA QUE VENCE O MUNDO: A NOSSA FÉ.”
Vinícius
11h 45min
Comunicação de palco

12h 00min
Almoço

14h 00min
Animação

14h 30min
Ensino 3:  A FÉ CARISMÁTICA E A FÉ APROFUNDADA
Frederico
15h 30min
Comunicação de palco

15h 45min
Intervalo

16h15min
Workshops

18h 00min
Jantar

19h 30min
MISSA

21h00min
Vigília / Assembleia Extraordinária da RCCBAHIA

00h00min
Encerramento do Dia

HORA
DOMINGO
Formador 
07h 30min
Terço

08h 00min
Animação /Oração

08h30min
 Ens.4: A FÉ CELEBRADA E CONSTANTEMENTE ANUNCIADA
Vinícius
09h30min
Comunicação de palco e RCC em missão/ Construção

10h 10min
Intervalo

10h 40min
Animação

10h 50min
ENSINO 5: REVIVE RENOVAÇÃO
Terezinha
11h 50min
Comunicação de palco

12h 00min
MISSA DE ENCERRAMENTO

13h 15min
Almoço e término das atividades

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Rede de Intercessão - Março 2013


Como organizar a intercessão nos eventos da RCC?

Os eventos na Renovação Carismática Católica são ocasiões para manifestação da glória de Deus na vida dos participantes. Neles muitas pessoas têm experimentado verdadeiros encontros pessoais com o Senhor, onde muitas conversões acontecem.

Por isso a intercessão deve ter grande relevância, afinal tudo o que se faz na RCC deve começar e terminar com a oração. Nesse sentido, a intercessão deve ser vista pelos intercessores e por todos os organizadores do evento como a principal frente de combate em favor de todos e de tudo o que acontece nos eventos. E para que sejamos vitoriosos nesta guerra, a intercessão precisa ser realizada de tal forma que os intercessores se mantenham direcionados no principal objetivo do evento, que sempre deve ser a conversão e a salvação de todos os participantes.

Os seguintes passos devem ser seguidos para organizar a intercessão nos eventos:

a) A equipe responsável pelo evento informa ao Ministério de Intercessão a data e o local do evento.

Quando um evento é programado, a coordenação do Ministério de Intercessão deve ser informada para que possa definir a equipe de intercessão que atuará nele.

Se o evento for de responsabilidade da coordenação nacional da RCC, a coordenação nacional do Ministério de Intercessão deve ser acionada, se a responsabilidade do evento for da coordenação estadual, será a coordenação estadual do Ministério de Intercessão que será acionada e assim se sucede para as demais instâncias, diocese e Grupo de Oração.

Muitas vezes quando o evento é organizado pelo Grupo de Oração, a coordenação do Grupo prefere pedir o apoio da diocese ou de outro Grupo de Oração para que seus intercessores participem do evento. Isso não está errado, no entanto, a responsabilidade de interceder no evento é dos intercessores do próprio Grupo de Oração que está organizando o encontro.

b) A coordenação do Ministério de Intercessão define os intercessores da equipe de intercessão do evento.

Quando a coordenação do Ministério de Intercessão é acionada para interceder em um evento específico, esta coordenação deve definir os intercessores para formar a equipe de intercessão. O ideal é que de posse da agenda de eventos a coordenação do Ministério de Intercessão já defina a equipe para cada evento que será realizado no ano, dessa forma, os intercessores escalados já poderão iniciar a intercessão em suas orações pessoais ou até mesmo se reunirem em alguns momentos para interceder especificamente pelo evento e por tudo o que antecede a ele.

Como já orientamos (ver Rede Nacional de Intercessão de agosto/12), o evento com duração de até dois dias deverá ter uma única equipe de intercessão que atuará durante todos os dias do evento. Se, no entanto, o evento tiver duração de três ou quatro dias, como no caso dos eventos de carnaval, pode-se definir duas equipes, porém cada uma permanecerá durante dois dias seguidos. Na mesma edição de agosto de 2012 da Rede Nacional de Intercessão disponibilizamos um roteiro para ser seguido durante a intercessão em eventos.

c) A preparação da sala da intercessão.

A equipe de organização do evento deve disponibilizar para o Ministério de Intercessão uma sala que preferencialmente seja no mesmo local onde ocorre o evento. Essa sala, como já foi orientado em edições anteriores da Rede Nacional de Intercessão, deve ser exclusiva para a intercessão, ou seja, não deve haver circulação de pessoas que não fazem parte da equipe de intercessão. Isso se deve para não atrapalhar as orações, pois é necessário que nesse local tudo colabore para gerar um clima de espiritualidade e de recolhimento. Também não é recomendado fazer atendimento de oração na sala de intercessão, essa sala é exclusiva para interceder pelo evento e não deve ser utilizada para outras finalidades que provoquem distrações.

A sala da intercessão deve ser em um local onde os participantes do evento não possam ter fácil acesso, por isso não é recomendado indicar através de faixas, cartazes ou outros meios o local onde está a intercessão.

O Santíssimo Sacramento deve ser exposto na sala da intercessão desde que não haja restrições por parte da Igreja local. Se houver restrições que não permitam ter o Santíssimo Sacramento exposto, a intercessão deverá acontecer mesmo sem o Ele. Quando for permitido é preciso preparar a sala atendendo todas as normas litúrgicas que a Igreja local definir, por isso, é importantíssimo que a coordenação do Ministério de Intercessão, bem como a equipe de intercessão que atuará no evento, saibam dessas normas para aplica-las.

A sala da intercessão deve ser um local que ofereça condições de higiene e de espaço para que a intercessão aconteça com a dignidade que este serviço merece. Nessa sala deve ter cadeiras suficientes para os intercessores, tapete e decoração que ajude a criar um clima de oração e de recolhimento, no entanto, se o Santíssimo Sacramento estiver exposto, essa decoração deverá ser mais apropriada. Essa sala deve ainda ser um local onde haja boa circulação de ar, ter boa iluminação e ser um local silencioso.

d) Capela da intercessão e capela de adoração.

Se a coordenação do evento definir que durante o evento haverá atendimento de oração individual para os participantes ou que os participantes serão incentivados a adorar o Santíssimo Sacramento durante os intervalos do evento, sugere-se a preparação de um local exclusivo para essa finalidade, uma capela para adoração em um local de fácil acesso para o público. Se o Santíssimo Sacramento for exposto, além da sala da intercessão, devem-se escalar intercessores para se revezarem nesse local. Esses intercessores não serão os mesmos que estarão escalados para a intercessão. Nessa capela de adoração poderá ser programado rodízio de intercessores conforme a coordenação do Ministério de Intercessão definir, pois aí não haverá intercessão, mas adoração. Nesse local sempre deve ter intercessores adorando o Santíssimo Sacramento para evitar que o Santíssimo fique sozinho. A responsabilidade dessa capela é da equipe de intercessores que foi escalada para aí adorar o Senhor e entre eles deve-se definir um responsável geral. São esses intercessores que deverão providenciar para que o Santíssimo seja exposto no início de cada dia do evento e recolhido ao término do evento em cada dia, além dos períodos de celebração da Santa Missa e de Adoração no palco. Se houver atendimento de oração nesse local a responsabilidade para fazer estes atendimentos será sempre do Ministério de Oração por Cura e Libertação.

e) A intercessão durante o Evento.

A intercessão deve iniciar antes ou no mesmo horário que o evento iniciar ou logo após a Santa Missa se essa for celebrada no início do evento. A sequência da intercessão a ser observada deve ser conforme as orientações recebidas nas formações para o Ministério de Intercessão. Na Rede Nacional de Intercessão do mês de agosto/12, o núcleo nacional do Ministério de Intercessão disponibilizou um roteiro para ser utilizado na intercessão em eventos.

A equipe de intercessão deverá ser composta de, no mínimo seis e no máximo doze intercessores, que deverão interceder durante os dias do evento sem revezamento. Para os intervalos de almoço, lanches ou descanso, o revezamento deverá ser entre a própria equipe, porém deve-se cuidar para que permaneçam no mínimo quatro intercessores na sala de intercessão durante o revezamento que não deve ser muito prolongado.

Devem-se evitar conversas sobre assuntos que não estejam ligados diretamente com a intercessão, ou seja, conversar na sala da intercessão somente nos momentos de discernimento de uma moção ou profecia. Durante o discernimento, alguns intercessores deverão permanecer intercedendo pelo evento, enquanto outros fazem o discernimento como foi ensinado nas formações do Ministério.

Depois de concluído o discernimento e se o mesmo se referir diretamente a alguma situação que a equipe de coordenação do evento ou o pregador devem saber, é necessário anotar e encaminhar ao responsável. É importante lembrar que a maioria das moções e profecias recebidas na intercessão são direcionamentos do Espírito Santo para a própria intercessão e, nesse caso, apenas a equipe deve estar ciente e deve procurar orar na direção que indicar a moção ou a profecia.

Núcleo Nacional do Ministério Intercessão

 
INTENÇÕES PARA ESSE MÊS

Atenção: Nesse mês de março está previsto para acontecer o Conclave para a escolha do novo Sumo Pontífice (Papa), por isso pedimos que todos os intercessores priorizem essa intenção durante esse mês. Também devemos especialmente orar pela saúde e pela vida do Santo padre o Papa emérito Bento XVI.

1.    Pela reunião de oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da reunião de oração).

2.    Pelos Grupos de Oração na sua diocese, no seu estado e no Brasil.

3.    Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, na sua diocese, no seu estado e no Brasil.

4.    Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.

5.    Pelos projetos da RCC na diocese, no estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.

6.    Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua diocese, no seu estado e no Brasil.

7.    Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional que acontecerão durante esse ano.

8.    Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua diocese, no seu estado e no Brasil.

9.    Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre o Papa, pelo nosso Bispo diocesano, pelos sacerdotes, pelos diáconos, pelos religiosos e religiosas e pelos seminaristas.

10.    Pelas casas de missão da RCCBRASIL.

11.    Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.

12.    Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram à moção da Reconstrução.


fonte:http://rccbrasil.org.br/portal/

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Palavras proféticas para a Renovação Carismática Católica do Brasil


Coordenar um Grupo de Oração ou a RCC de uma diocese é uma grande graça e também um grande desafio, pois é preciso ter discernimento e coragem para ouvir a voz de Deus e colocá-la em prática. Com o objetivo de auxiliar as coordenações do nosso Movimento a procederem conforme a vontade de Deus, o texto abaixo reúne algumas moções proféticas reveladas pelo Senhor durante a última reunião do Conselho Nacional. Que o Espírito Santo continue a conduzir a RCC em 2013!

No dia 29 de setembro de 2012, dia dedicado aos arcanjos São Miguel, São Gabriel e São Rafael; o Conselho Nacional estava reunido em Aparecida para a escolha da sua nova presidência. Antes de iniciar a reunião eletiva, houve uma Missa presidida por D. Alberto Taveira, nosso diretor espiritual. Durante a homilia D. Alberto sinalizou o caminho que a RCC deve seguir nesses tempos novos que se iniciam. Sim, é um tempo novo, pois sobre cada coordenação existe uma graça de estado única e específica e essa graça se comunica a todos nós. Portanto, a cada nova coordenação, está sobre nós uma nova graça, um tempo novo.

D. Alberto nos recordava da preocupação do Papa Bento XVI com o relativismo e a indiferença que marcam os nossos tempos e, diante dessa realidade, segundo ele , cabe à RCC uma tarefa, a de ser no meio do mundo uma graça. Para tanto, devemos pedir ao Senhor a limpidez dos anjos a fim de que possamos nos inclinar em adoração e, olhando para a missão dos três arcanjos, devemos nos espelhar nas suas virtudes e trabalhos.

Em São Miguel nós vemos a luta para reconhecer a presença de Deus que age no meio de nós. Também nós devemos lutar para que a presença de Deus e a sua obra sejam reconhecidas no mundo e devemos ser, a exemplo de São Miguel, batalhadores com as armas da verdade.

Em São Gabriel vemos a força de Deus, aquele que vem revelar os segredos de Deus. Quem for escolhido para um cargo de coordenação, dizia D. Alberto, precisa ter uma grande vida de oração e capacidade de discernimento para que os segredos de Deus sejam revelados.

Em São Rafael nós vemos o dom da cura.  Nesse sentido, precisamos ter uma clareza, uma consciência muito forte da identidade da Renovação Carismática. O Beato João Paulo II dizia: “Não tenham medo de exercitar os carismas”. Temos que ser os guardiões da chama para que ela permaneça sempre acesa.

Por último, porém de igual importância, a nossa missão, as nossas coordenações, devem ser marianas, isto é, marcadas ao mesmo tempo pela ternura e pela força que percebemos na figura de Nossa Senhora. É um tempo de doação, tempo de dizer: “Eis-me aqui, Senhor”.

Encerro com palavras ditas pela Kátia, a presidente eleita do Conselho Nacional.  Dizia ela, que este é um tempo de mergulho absoluto e profundo em Deus, de uma vez por todas. Existe em cada um de nós algo que precisa ser transformado e as barreiras são derrubadas pelo Cristo que está dentro de nós. Citando o evangelho de São João, ela dizia: “Necessário vos é nascer de novo”. Devemos, pelo Espírito Santo, nascer de novo diariamente e renovar a cada manhã, a cada nova missão a entrega incondicional de nossa vida ao Senhor.


“Então o que está assentado no trono disse: ‘Eis que eu renovo todas as coisas. Está pronto! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim. A quem tem sede eu darei gratuitamente de beber da fonte da água viva. O vencedor herdará tudo isso; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho’.” (Apo 21, 5a -6)

Por Maria Beatriz Spier Vargas
Coordenadora nacional do Ministério de Pregação

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

“Quem não reza vira bicho!


Uma das obrigações canônicas do pároco é estimular os fiéis a orarem em família, 
consoante prescreve o cânon 528, § 2.º.


Por Edson Sampel

“Quem não reza vira bicho”. A frase, cunhada por dom Angélico Sândalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau, retrata o âmago da realidade. Com efeito, se não nos nutrimos quotidianamente na oração, como admoesta o salmista (Salmo 1), nossa alma enlanguesce. A alma débil é porta de entrada de males e perversões.

Conheço certa pessoa que era dada à oração diária. O terço também fazia parte da rotina dela. Além disso, a oração das orações, a missa, jamais era perdida. Essa pessoa participava da missa todo domingo. De repente, por um motivo que desconheço, ela abandonou a oração. Virou um verdadeiro bicho, um monstro; parecia que incorporara outra personalidade. Entregou-se ao sexo sem responsabilidade e este foi o ponto de partida para a perpetração de outras devassidões, até a indiferença completa. Perdi o contato com o indigitado amigo. Rezo por ele toda noite.

Quando falo em oração, é claro que aludo à oração como elevação da mente a Deus (santo Tomás de Aquino). Mas, penso, ainda, na frequência aos sacramentos, sobretudo à eucaristia e à penitência, que são igualmente formas de oração, em sentido amplo. Para o cristão, abandonar a prática da oração é a pior adversidade que pode sobrevir. É a morte. Já Dostoievski, na famosa obra “Irmãos Karamásov”, colocou as seguintes palavras na boca de uma das personagens: “Se Deus não existe, tudo é permitido”. Deveras, não há barreiras para o egoísmo, para usar as pessoas, porque se deixa de enxergar no próximo a imagem de Jesus Cristo.

Rezar implica sintonia com Deus. Estar com Deus é viver no amor, porque Deus caritas est, Deus é amor, como no-lo afirma são João, corroborado pelo papa Bento XVI. O amante não é egoísta; pelo contrário, preocupa-se com os outros, máxime com os mais pobres. Parar de rezar é penetrar nas vascas do óbito do espírito. E como não subsiste dicotomia entre corpo e alma, quem não reza põe tudo a perder: sua alma, sua estrutura psicossomática.

Peçamos que santa Maria, modelo de oração, nos ajude constantemente. Que ela afaste de nós o perigo de largarmos a oração, pois, vira-se mesmo bicho. Eu diria que não rezar é deixar de ser pessoa humana autêntica. Até mesmo a mente resta turvada, vez que a inteligência só é límpida quando nos abeberamos na suma inteligência: Deus.

Uma das obrigações canônicas do pároco é estimular os fiéis a orarem em família, consoante prescreve o cânon 528, § 2.º.

Nestes dias de tantas surpresas e expectativas, com a renúncia do papa e o início da sé vacante no mês que vem, temos de intensificar nossas orações.

Edson Luiz Sampel é Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense, do Vaticano e membro da União dos Juristas Católicos de São Paulo (Ujucasp).


Fonte: Zenit

domingo, 17 de fevereiro de 2013

46 anos RCC: um Novo Pentecostes para uma Nova Evangelização

Os dias 17, 18 e 19 de fevereiro são de celebração para a Renovação Carismática Católica do mundo, isso porque essa data marca o surgimento do Movimento em um retiro realizado na Universidade de Duquesne. Em alusão aos 46 anos da RCC, uma das pioneiras do Movimento, Patti Mansfield, escreveu uma mensagem para os carismáticos brasileiros.

Confira as palavras de Patti e viva esses três dias em clima de louvor a Deus pela RCC que, por meio da ação poderosa do Santo Espírito, tem levado tantas e tantas pessoas a um encontro pessoal com Jesus Cristo!

"Queridos irmãos e irmãs da Renovação Carismática Católica do Brasil,

Há 46 anos atrás eu participei de um retiro destinado a mudar não só a minha vida, mas a vida da Igreja. Naquele momento, nenhum de nós que ali estava, sequer sonhava que o Senhor nos dava um Novo Pentecostes para uma Nova Evangelização. No mundo inteiro Seus filhos e filhas estão descobrindo sua verdadeira vocação: ser santos e missionários... mergulhar profundamente no Seu Amor e lançar as redes para pescar!

Há algumas semanas, Karin Sefcik Trieber, uma das estudantes que estava comigo naquele famoso Fim de Semana de Duquesne, foi para a casa do Pai. Sua morte me fez refletir que nosso tempo aqui é muito precioso... e o quão zelosos e decididos devemos ser ao usarmos as oportunidades presentes para amar e servir a Jesus. Que ao lançarmos o nosso olhar para o aniversário dos 50 anos da Renovação Carismática Católica em fevereiro de 2017, possamos nos entregar incondicionalmente a Deus Pai, Filho e Espírito Santo para que Ele possa realizar tudo o que deseja em nós e através de nós!"

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Flávio Porto: De frente com...

Flávio Porto: De frente com...: “Ele não sabe ler. Ele não sabe escrever. Mas vendeu milhões de discos esse ano. Estou falando de...” Essa é uma forma bastante...

Encontro Estadual de Formação - E.E.F. -RCC


O ENCONTRO

O Encontro Estadual de Formação para Coordenadores e Ministérios é destinado especificamente a coordenadores diocesanos, de ministérios, de grupos de oração, de equipes e núcleos de serviço.
O evento é marcado por momentos de profunda oração, formação geral e específica e escuta profética. Outro aspecto muito importante é a partilha: os projetos e serviços em andamento são apresentados; as moções proféticas são compartilhadas e, a partir delas, são repassados direcionamentos sobre os trabalhos a serem desenvolvimentos pelo Movimento em âmbito estadual.
O EEF se consolida a cada ano entre os líderes da RCC e tem sido um dos eventos que mais fortalecem a unidade entre os membros do Movimento. Líderes bem formados, que conhecem intimamente a Renovação Carismática podem fortalecer seus grupos e ministérios. Os líderes têm o compromisso de manter a unidade do Movimento, levando as decisões e frutos do encontro às suas realidades, alcançando todos os Grupos de Oração do Brasil.
O EEF é um encontro que tem um cunho informativo, formativo e um lugar da unidade. O Grupo de Oração que busca unir-se deve viver um EEF como ponto de partida, ele tem a capacidade de promover uma unidade de toda a RCC Bahia. É lá onde tudo o que a Renovação Carismática da Bahia vai viver neste ano é partilhado com as lideranças.
Neles os membros dos Ministérios, se reúnem para receber formação sobre questões específicas de cada serviço, além de vivenciarem momentos de partilha, vivência fraterna e oração.
Em 2013, a moção dada por Deus para a RCC é “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (I Jo 5,4b). A partir dela, o Movimento buscará vivenciar de forma intensa a proposta do Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, como comemoração ao 50º aniversário do início do Concílio Vaticano II.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

“Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” (I Jo 5, 4b)

Irmãos e irmãs, tenho a alegria de poder estender a todos o chamado do Senhor para estar mais perto Dele, quando falará ao nosso coração como Mestre e Senhor. Ele deseja renovar nossa fé, e para isso, nos permite organizar mais umEncontro Estadual de Formação do qual você é parte integrante. Você líder, que neste tempo foi chamado por Deus a exercer um "mandato", o Apostolado da Efusão do Espírito Santo, está convocado a participar conosco deste Encontro.
Devido à estrutura física e as avaliações sobre a superlotação do local em eventos anteriores, o Conselho Estadual decidiu limitar as vagas para um número de 600 e tendo em vista a urgência de formação para as lideranças, esta será o público alvo do encontro: coordenadores e seus núcleos de grupo de oração e de ministérios (diocesanos e de GO). Porém, se em tempo hábil as vagas não forem preenchidas, as mesmas serão abertas para todos que desejarem.

Você não pode ficar alheio aos direcionamentos do movimento para este tempo. Procure seu coordenador. Faça com antecedência sua inscrição. 

Espero te ver em Feira de Santana. Um abraço e até lá!
Terezinha Araújo de Souza
Presidente do Conselho Estadual da RCC